quarta-feira, 30 de março de 2011

Analise semantica sintatica pragmatica ( Pesquisa Aplicada-Profº Zeca)

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Economia Política ( Economia e Política)


Economia política foi um termo originalmente introduzido por Antonie de Montchrétien em 1615, e utilizado para o estudo das relações de produção, especialmente entre as três classes principais da sociedade capitalista ou burguesa: capitalistas, proletários e latifundiários. Em contraposição com as teorias do mercantilismo, e, posteriormente, da fisiocracia, nas quais o comércio e a terra, respectivamente, eram vistos como a origem de toda a riqueza, a economia política propôs (primeiro com Adam Smith) a teoria do valor-trabalho, segundo a qual o trabalho é a fonte real do valor. No final do século XIX, o termo economia política foi paulatinamente trocado pelo economia, usado por aqueles que buscavam abandonar a visão classista da sociedade, repensando-a pelo enfoque matemático, axiomático e valorizador dos estudos econômicos atuais e que concebiam o valor originado na utilidade que o bem gerava no indivíduo.
Atualmente o termo economia política é utilizado comumente para referir-se a estudos interdisciplinares que se apóiam na economia, sociologia, direito e ciências políticas para entender como as instituições e os contornos políticos influenciam a conduta dos mercados. Dentro da ciência política, o termo se refere principalmente às teorias liberais e marxistas, que estudam as relações entre a economia e o poder político dentro dos Estados. Economia política internacional é um ramo da economia que estuda como o comércio, as finanças internacionais e as políticas estatais afetam o intercâmbio internacional e a política monetária e fiscal.

Elementos Funcionalistas (Sociologia)

DUAS TENDÊNCIAS TEÓRICAS NO ESTUDO DA SOCIEDADE:
ELEMENTOS E CARACTERÍSTICAS DO FUNCIONALISMO E DO
MATERIALISMO DIALÉTICO
 
Com as revoltas e transformações que ocorreram na sociedade no século XIX surge a Sociologia para explicar fatos sociais. 
Teoria do Funcionalismo do pensador Émile Durkheim, para as crises eram causadas por aspectos morais e não econômicos. Comparava a sociedade a um organismo composto de várias partes integrantes que funcionando em harmonia. |Se desse problema em uma parte acarretaria problemas as demais. 
Durkheim apresentava três fatos sociais:
- Coerção Social: como o indivíduo era frágil, então seguiria as regras impostas pelos fatos sociais;
- Fatos sociais são exteriores ao indivíduo: quando a pessoa nasce já existem regras, fatos na sociedade, que aprendem a seguir, respeitar, sem criticá-lo, sem questionar;
- Generalidade: um fato social seria normal quando ocorresse para a maioria da sociedade, algo comum a todas as pessoas.
Enfim para Durkheim a sociedade deveria ser estável, pronta, organizada e que não permitisse grandes mudanças. Deveríamos seguir o que vem sendo imposto, sem tentar questionar ou sugerir uma mudança.
Teoria do Materialismo Dialético dos pensadores Karl Marx e Friedrich Engels, para eles nada está pronto, acabado, as coisas, o mundo, as pessoas estão sempre mudando, se transformando e essas transformações ocorrem por meio de contradições e de conflitos. Se preocupavam com as desigualdades sociais, a má distribuição de rendas.
Princípios do materialismo dialético: 
Princípio da Totalidade: tudo se relaciona dentro de um conjunto, os componentes estão ligados entre si influenciando-se uns aos outros.
Princípio da Mudança Qualitativa: como as mudanças não ocorrem num mesmo ritmo, pequenas mudanças quantitativas levam a uma mudança qualitativa que gera grandes transformações.
Princípio da Contradição Universal: mudanças ocorrem porque as forças contrárias ao mesmo tempo em que se unem se opõem.
Princípio do Movimento: nada está pronto, tudo se transforma constantemente. E os conflitos, as contradições é que movem essas mudanças.
As duas teorias se opõem, pois a do funcionalismo nada muda, deve ser seguido as coisas como são porque sempre foram assim, não devem ocorrer conflitos, tudo deve estar em harmonia, enquanto que a materialista dialética, tudo muda, se transforma através das contradições, dos conflitos, sendo possível através das lutas trabalhistas ocorrerem mudanças, permitindo a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Métodos da escola de Frankfurt (Teoria, Sociologia)


acesse o link abaixo:

Ruido (Teoria da Comunicação)

RUIDO
No senso comum, a palavra ruído significa barulho, som ou poluição sonora não desejada. Na eletrônica o ruído pode ser associado à percepção acústica, por exemplo de um "chiado" característico (ruído branco) ou aos "chuviscos" na recepção fraca de um sinal de televisão. De forma parecida a granulação de uma foto, quando evidente, também tem o sentido de ruído. No processamento de sinais o ruído pode ser entendido como um sinal sem sentido (aleatório), sendo importante a relação Sinal/Ruído na comunicação. Na Teoria da informação o ruído é considerado como portador de informação.
O ruído faz-se presente nos estudos de Acústica, Cibernética, Biologia, Eletrônica, Computação e Comunicação.

Classificação

Ruído natural - refere-se à ruídos de causas naturais tais como Radiação cósmica de fundo, ruídos atmosféricos, ruídos inerentes a dispositivos passivos e ativos da eletrônica
Ruído artificial - refere-se a ruídos de causas artificiais, como por exemplo, ruídos de interferência ou exames de IAS
Ruído exógeno - refere-se às interferências externas ao processo de comunicação, como outra mensagem.
Ruído endógeno - refere-se às interferências internas do processo de comunicação, como perda de mensagem durante seu transporte ou má utilização do código.
Ruído de repertório - refere-se às inteferências ocorridas diretamente na produção ou interpretação da mensagem, provocadas pelo repertório dos emissores e receptores.

Ver também

  • Ruído branco - Aplica-se aos ruídos cuja potência é constante em todas as faixas de freqüência, por exemplo, ruído térmico
  • Ruído vermelho ou ruído marrom - Aplica-se a ruídos ricos em baixas freqüências
  • Ruído rosa - Aplica-se à testagem de sistemas de áudio.
  • Ruído térmico - Aplica-se a qualquer corpo aquecido
  • Ruído flicker - Aplica-se a semi-condutores, válvulas e resistores
  • Ruído browniano - Aplica-se a ruídos que podem ser modelados por movimentos brownnianos da estatística
  • Ruido balístico - do inglês shot noise. Aplica-se a válvulas e junções semi-condutoras
  • Ruído pipoca - do inglês popcorn noise. Aplica-se a semi-condutores
  • Radiação cósmica de fundo ou ruído de fundo do universo - Aplica-se na cosmologia como evidência do Big-Bang

Comunicação

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quarta-feira, 23 de março de 2011

Projeto Pesquisa (Pesquisa na Comunicação)

Projeto Pesquisa.

Abaixo segue o link sobre Projeto Pesquisa:
Projeto Pesquisa

Uma Abordagem Empreendedora (Pesquisa na Comunicação)

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Projeto Pesquisa (Pesquisa na Comunicação)

Projeto Pesquisa.

Abaixo segue o link sobre Projeto Pesquisa:
Projeto Pesquisa

Métodos de Abordagem (Pesquisa na Comunicação)

Métodos de Abordagem

abaixo segue o link sobre métodos de abordagem:

Métodos de Abordagem

História e Dinâmicas do Instituto de Pesquisa Social

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Tipos Textuais (Texto na Comunicação)


Em linguística, tipos textuais refere-se à estrutura composicional dos textos. Hoje, admite-se cinco tipos textuais, a saber: narração, argumentação ou dissertação, explicação, descrição e injunção.
A narração está presente quando o texto fornece informações sobre o tempo e espaço do fato narrado, sempre há começo meio e fim. Além disso, é comum aparecerem nomes de personagens e um "clímax" em determinado momento. Há, portanto, o desenvolvimento da história, um momento de tensão, e a volta à estabilidade. Um exemplo clássico de narrativa são os contos de fada.
A argumentação ou dissertação está presente quando um determinado ponto de vista é defendido em um texto, e para sustentar a ideia do autor é apresentado argumentos proprios e teses conceituais.
Nos textos descritivos, o autor descreve um momento especifico , a descrição e superficial, ou seja, o emissor supõe que o receptor tenha conhecimento do assunto.
No texto explicativo, o emissor supõe que o receptor não tem conhecimento do assunto, ocorre uma descrição detalhada, um exemplo de explicativo são os livros didaticos.
Os textos injuntivos, por sua vez, são aqueles que indicam procedimentos a serem realizados. Nesses textos, as frases, geralmente, são no modo imperativo. Bons exemplos desse tipo de texto são as receitas e os manuais de instrução.
É muito importante não confundir tipo textual com gênero textual. Os tipos, como foi dito, aparecem em número limitado. Já os gêneros textuais são praticamente infinitos, visto que são textos orais e escritos produzidos por falantes de uma língua em um determinado momento histórico. O gêneros texuais, portanto, são diretamente ligados às práticas sociais. Alguns exemplos de gêneros textuais são carta, bilhete, aula, conferência, e-mail, artigos, entrevistas, discurso etc.
Assim, um tipo textual pode aparecer em qualquer gênero textual, da mesma forma que um único gênero pode conter mais de um tipo textual. Uma carta, por exemplo, pode ter passagens narrativas, descritivas, injuntivas e assim por diante.

domingo, 13 de março de 2011

A escravização indígena e africana - o lucrativo tráfico negreiro (História da Sociedade Brasileira)




Eram mais valorizados, para os trabalhos na agricultura, os negros Bantos ou Benguela ou Bangela ou do Congo, provenientes do sul da África, especialmente de Angola e Moçambique, e tinham menos valor os vindo do centro oeste da África, os negros Mina ou da Guiné, que receberam este nome por serem embarcados no porto de São Jorge de Mina, na atual cidade de Elmina, e eram mais aptos para a mineração, trabalho o qual já se dedicavam na África Ocidental. Por ser a Bahia mais próxima da Costa da Guiné (África Ocidental) do que de Angola, a maioria dos negros baianos são Minas.
Como eram vistos como mercadorias, ou mesmo como animais, eram avaliados fisicamente, sendo melhor avaliados, e tinham preço mais elevado, os escravos que tinham dentes bons, canelas finas, quadril estreito e calcanhares altos, numa visão que valorizava o físico e as habilidades.
Em São Paulo, até ao final do século XVII, quase não se encontravam negros, dado a pobreza de sua população que não dispunha de recursos financeiros para adquirirem escravos africanos, e os documentos da época que usavam o termo "negros da terra" referiam-se na verdade aos índios, os quais não eram objeto de compra e venda, só de aprisionamento, sendo proibido inclusive que se fixasse valor para eles nos inventários de bens de falecidos.A escravidão ameríndia foi a principal forma de obtenção de escravos pelos europeus após a descoberta da América. A partir de 1530, com a colonização portuguesa tomando forma, a razão de ser do Brasil passou a ser a de fornecer aos mercados europeus gêneros alimentícios ou minérios de grande importância. 
A metrópole portuguesa passou a incentivar um comércio que tinha suas bases em alguns poucos produtos exportáveis em grande escala, assentadas na grande propriedade. Assim, por causa da decisão lusitana em exportar poucos produtos tropicais em grande escala para a Europa, nasceu em Portugal uma justificativa para a existência do latifúndio no Brasil. Após a captura, os índios eram forçados a executar um duro trabalho nas lavouras de cana-de-açúcar, onde eram supervisionados, explorados e maltratados. Os portugueses que vinham para o Brasil não desejavam executar o trabalho que a produção de açúcar exigia. Isso se explica em parte porque a tradição católica e ibérica desprezava o trabalho manual, considerando-o como "coisa de escravo". Os índios capturados nas guerras tribais também começaram a ser vendidos aos colonos em vez de permanecerem escravos na aldeia do seu captor.

Escravidão (História da Sociedade Brasileira)


A escravidão, também conhecida como escravismo ou escravatura, foi a forma de relação social de produção adotada, de uma forma geral, no Brasil desde o período colonial até o final do Império. A escravidão no Brasil é marcada principalmente pelo uso de escravos vindos do continente africano, mas é necessário ressaltar que muitos indígenas também foram vítimas desse processo. A escravidão indígena foi abolida oficialmente por Marquês do Pombal, no final do século XVIII.
Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura – com destaque para a atividade açucareira – e na mineração, sendo assim essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.
Os escravos foram utilizados principalmente em atividades relacionadas à agricultura – com destaque para a atividade açucareira – e na mineração, sendo assim essenciais para a manutenção da economia. Alguns deles desempenhavam também vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos.
A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior.

domingo, 6 de março de 2011

Parmalat Mamiferos Comercial Clássico 1996

Campanha Não Homofobia

Envelhecendo em um minuto-(Dublado em Portugues)

Video que ganhou o premio de publicidade em Cannes

O MELHOR COMERCIAL DO MUNDO...

As grandes navegações (Historia da Sociedade Brasileira)

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Formação da sociedade (História da Sociedade Brasileira)

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O que é Fatos Sociais? (Sociologia)

Fato Social


Segundo Emile Durkheim, os Factos Sociais constituem o objecto de estudo da Sociologia pois decorrem da vida em sociedade.O sociólogo francês defende que estes têm três características:

Coercitividade - caracteristica relacionada com a força dos padrões culturais do grupo que os individuos integram. Estes padrões culturais são de tal maneira fortes que obrigam os individuos a cumpri-los.

Exterioridade - esta caracteristica transmite o facto de esses padrões de cultura serem exteriores aos individuos, ou seja ao facto de virem do exterior e de serem independentes das suas consciências.

Generalidade - os fatos sociais existem não para um indivíduo específico, mas para a coletividade. Podemos perceber a generalidade pela propagação das tendências dos grupos pela sociedade, por exemplo.
Para Émile Durkheim, factos sociais são "coisas". São maneiras de agir, pensar e sentir exteriores ao indivíduo, e dotadas de um poder coercitivo. Não podem ser confundidos com os fenômenos orgânicos nem com os psíquicos, constituem uma espécie nova de fatos. São fatos sociais: regras jurídicas, morais, dogmas religiosos, sistemas financeiros, maneiras de agir, costumes, etc.

“É um fato social toda a maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coação exterior.”; ou ainda, “que é geral no conjunto de uma dada sociedade tendo, ao mesmo tempo, uma existência própria, independente das suas manifestações individuais.” Ou ainda:Todas as maneiras de ser, fazer, pensar, agir e sentir desde que compartilhadas coletivamente. Variam de cultura para cultura e tem como base a moral social, estabelecendo um conjunto de regras e determinando o que é certo ou errado, permitido ou proibido.

ex.: coerção! O que te lembra isto? Força pública, certo?
então o exemplo para manutenção de tais estabilidades sociais, exige-se para a manutenção da segurança social contra os inimigos públicos, uma polícia, seja ela municipal, civil ou federal, exige-se uma força armada para proporcionar uma pseudo segurança na sociedade como um todo. Este é apenas um exemplo de questão jurídica.

O que é capitalismo? (Sociologia)

Capitalismo



Capitalismo é o sistema social baseado no reconhecimento dos direitos do indivíduo, incluindo o direito à propriedade, em que toda propriedade é privada.
O reconhecimento dos direitos do indivíduo inclui o banimento de violência física em relacionamentos humanos: basicamente, direitos só podem ser violados com o uso da força física. Em uma sociedade capitalista, nenhum homem ou grupo pode iniciar o uso de força física contra outros. A única função do governo, nesta sociedade, é a tarefa de proteger os direitos do homem, ou seja, a tarefa de protegê-lo de violência; o governo age como o agente do direito do homem de autodefesa, e pode usar força somente em retaliação e somente contra aqueles que iniciaram seu uso; portanto, o governo é o jeito de colocar o uso retaliatório de força sob controle objetivo.
Em uma sociedade capitalista, todo relacionamento humano é voluntário. Os homens são livres para cooperar ou não, para lidar com o outro ou não, de acordo com seus julgamentos, convicções e interesses. Os homens só podem lidar com o outro em termos e através da razão, ou seja, através da discussão, da persuasão, e de acordos contratuais, por escolha voluntária e para benefício mútuo. O direito de concordar com outros não é um problema em nenhuma sociedade; é o direito de discordar que é crucial. É a instituição da propriedade privada que protege e implementa o direito de discordar – e, portanto, mantém a estrada aberta para o atributo de maior valor do homem: a mente criativa.

Análise filosófica - O Nome da Rosa

O que é Iluminismo? (Sociologia)

Iluminismo


O iluminismo  foi um movimento global, ou seja, filosófico, político, social, econômico e cultural, que defendia o uso da razão como o melhor caminho para se alcançar a liberdade, a autonomia e a emancipação. O centro das idéias e pensadores Iluministas foi a cidade de Paris.
Os iluministas defendiam a criação de escolas para que o povo fosse educado e a liberdade religiosa. Para divulgar o conhecimento, os iluministas idealizaram e concretizaram a idéia da Enciclopédia (impressa entre 1751 e 1780), uma obra composta por 35 volumes, na qual estava resumido todo o conhecimento existente até então.
O iluminismo foi um movimento de reação ao absolutismo europeu, que tinha como características as estruturas feudais, a influencia cultural da Igreja Católica, o monopólio comercial e a censura das “idéias perigosas”.
O nome “iluminismo” fez uma alusão ao período vivido até então, desde a Idade Média, período este de trevas, no qual o poder e o controle da Igreja regravam a cultura e a sociedade.

O movimento iluminista utilizou da razão no combate a fé na Igreja e a idéia de liberdade para combater o poder centralizado da monarquia. Com essa essência transformou a concepção de homem e de mundo.
A partir do iluminismo surgiu outro movimento, de cunho mais econômico e político: o liberalismo.

Método do Positivismo (Sociologia)


Método do Positivismo de Augusto Comte

O método geral do positivismo de Auguste Comte consiste na observação dos fenômenos, opondo-se ao racionalismo e ao idealismo, através da promoção do primado da experiência sensível, única capaz de produzir a partir dos dados concretos (positivos) a verdadeira ciência(na concepção positivista), sem qualquer atributo teológico ou metafísico, subordinando a imaginação à observação, tomando como base apenas o mundo físico ou material. O Positivismo nega à ciência qualquer possibilidade de investigar a causa dos fenômenos naturais e sociais, considerando este tipo de pesquisa inútil e inacessível, voltando-se para a descoberta e o estudo das leis (relações constantes entre os fenômenos observáveis). Em sua obra Apelo aos conservadores (1855), Comte definiu a palavra "positivo" com sete acepções: real, útil, certo, preciso, relativo, orgânico e simpático.
O Positivismo defende a ideia de que o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro. Assim sendo, desconsideram-se todas as outras formas do conhecimento humano que não possam ser comprovadas cientificamente. Tudo aquilo que não puder ser provado pela ciência é considerado como pertencente ao domínio teológico-metafísico caracterizado por crendices e vãs superstições. Para os Positivistas o progresso da humanidade depende única e exclusivamente dos avanços científicos, único meio capaz de transformar a sociedade e o planeta Terra no paraíso que as gerações anteriores colocavam no mundo além-túmulo.
O Positivismo é uma reação radical ao Transcendentalismo idealista alemão e ao Romantismo, no qual os afetos das individuais e coletivos e a subjetividade são completamente ignoradas, limitando a experiência humana ao mundo sensível e ao conhecimento aos fatos observáveis. Substitui-se a Teologia e a Metafísica pelo Culto à Ciência, o Mundo Espiritual pelo Mundo Humano, o Espírito pela Matéria.
A ideia-chave do Positivismo Comtiano é a Lei dos Três Estados, de acordo com a qual o homem passou e passa por três estágios em suas concepções, isto é, na forma de conceber as suas ideias e a realidade:
  1. Teológico: o ser humano explica a realidade apelando para entidades supranaturais (os "deuses"), buscando responder a questões como "de onde viemos?" e "para onde vamos?"; além disso, busca-se o absoluto;
  2. Metafísico: é uma espécie de meio-termo entre a teologia e a positividade. No lugar dos deuses há entidades abstratas para explicar a realidade: "o Éter", "o Povo", "o Mercado financeiro", etc. Continua-se a procurar responder a questões como "de onde viemos?" e "para onde vamos?" e procurando o absoluto;
  3. Positivo: etapa final e definitiva, não se busca mais o "porquê" das coisas, mas sim o "como", através da descoberta e do estudo das leis naturais, ou seja, relações constantes de sucessão ou de coexistência. A imaginação subordina-se à observação e busca-se apenas pelo observável e concreto.

Positivismo (Sociologia)


Positivismo



Positivismo é um conceito utópico que possui distintos significados, englobando tanto perspectivas filosóficas e científicas do século XIX quanto outras do século XX. Desde o seu início, com Augusto Comte (1798-1857) na primeira metade do século XIX, até o presente século XXI, o sentido da palavra mudou radicalmente, incorporando diferentes sentidos, muitos deles opostos ou contraditórios entre si. Nesse sentido, há correntes de outras disciplinas que se consideram "positivistas" sem guardar nenhuma relação com a obra de Comte. Exemplos paradigmáticos disso são o Positivismo Jurídico, do austríaco Hans Kelsen, e o Positivismo Lógico (ou Círculo de Viena), de Rudolph Carnap, Otto Neurath e seus associados.
Para Comte, o Positivismo é uma doutrina filosófica, sociológica e política. Surgiu como desenvolvimento sociológico do Iluminismo, das crises social e moral do fim da Idade Média e do nascimento da sociedade industrial - processos que tiveram como grande marco a Revolução Francesa (1789-1799). Em linhas gerais, ele propõe à existência humana valores completamente humanos, afastando radicalmente a teologia e a metafísica (embora incorporando-as em uma filosofia da história). Assim, o Positivismo associa uma interpretação das ciências e uma classificação do conhecimento a uma ética humana radical, desenvolvida na segunda fase da carreira de Comte.

O que é Renascimento? (Sociologia)

Renascimento


Movimento Renascentista ou apenas Renascimento foi o nome dado ao Renascimento Cultural que aconteceu durante os séculos XIV, XV e XVI na Europa, e que procurava resgatar a cultura esquecida durante os tempos medievais. 

As principais características do Renascimento foram o Racionalismo, Experimentalismo, Individualismo e Antropocentrismo. Uma grande característica do Renascimento foi o Humanismo que valorizava o homem, que a partir daí começou a ser tratado como ser racional e posto assim no centro do Universo. O Renascimento também foi marcado por importantes descobertas científicas, notadamente nos campos da astronomia, física, medicina, matemática e geografia. 

O Renascimento nasceu na Itália, mais especificamente nas cidades que enriqueceram com o comércio no Mediterrâneo. Porém com a expansão marítima a idéia Renascentista foi divulgada por diversas partes do mundo como na Inglaterra, Alemanha e os Países Baixos. 

O Renascimento foi muito importante também, porque foi a principal influencia dos pensadores Iluministas do século XVII.

O que é Feudalismo? (Sociologia)

Feudalismo

O Feudalismo é um assunto muito interessante e importantes da história do nosso planeta, apesar de ter acontecido somente na Europa, os feitos realizados naquela época são lembrados até hoje, e certas reflexões daquele tempo são consequências que vivemos até hoje, e muita da atualidade tem ligação direta ou indireta com o passado.
Fato acontecido na Idade Média o feudalismo teve origem com o fim do Império Romano, que resultou em brigas e guerras que se espalharam por toda a Europa e obrigou os europeus a tomarem medidas de seguranças drásticas, a única alternativa de proteção era a de se esconder dentro das próprias propriedades, muitas vezes doadas devido a um status familiar herdado. Porém quem não tinha dinheiro ou herança de parte alguma tinha medo e precisava se proteger de alguma forma o que restou aos pobres camponeses da época era prestar serviços em troca de moradia e alimentação, aos poucos todos começaram a dotar essa forma de vida e assim estava pronto o feudalismo.
Este modo de organização de social e política tomou conta de toda a Europa e em pouco tempo já tinha suas principais características bem destacadas, entre elas: Sociedade Estatal, poder econômico centralizado, economia estritamente agrícola, poder político centralizado e uso de trabalho servo. A Sociedade Estatal se dava pelo fato de que ao contrário do que vivemos hoje, na época do feudalismo ninguém mudava de posição social, ou seja, quem nascia pobre morria pobre, quem nascia rico morria rico, não existia união estável das duas partes perante a sociedade. O poder econômico era centralizado nas mãos de quem detinha o poder, ou seja, nas mãos dos donos de terra e propriedades. A economia agrícola se desenvolvia dentro dos feudos, era uma economia sustentável onde só se produzia o que se consumia, o poder político era centralizado nas mãos da Igreja, que teve atuação fundamental nessa época, pois eles é quem ditavam as regras para a sociedade não pagavam os impostos cobrados pelos senhores feudais e ainda cobravam dízimo para se manter, veio daí a grande riqueza que a igreja católica tem hoje.
A sociedade era basicamente dividida em quatro classes, como em uma pirâmide, a base dessa pirâmide eram os camponeses pobres que serviam aos donos de terras, pouco acima ficavam os vassalos, algo como soldados que ofereciam proteção e fidelidade aos senhores feudais em troca de pequenas porções de terras, centralizado nesta pirâmide encontravam-se a nobreza, os senhores do feudo, ou senhores feudais que eram os donos de terras que possuíam o mesmo poder – ou mais – o rei, este poder era hereditário passava de pai para filho, e encabeçando essa pirâmide vinham os chefões do sistema feudal, o Clero, ou seja, a igreja, os padre, bispos e afins.
O fim do Feudalismo se deu justamente como começou, com as guerras, os guerrilheiros necessitavam de comida armas e armaduras novas e com a crise feudal muitos senhores tiveram de mandar seus servos embora de suas terras – devido ao crescimento demográfico exacerbado – estes camponeses desabrigados passaram a viver ao redor dos feudos e surgia então a periferia, onde estas pessoas trocavam serviços com os soldados da guerra em troca de dinheiro, eis que surgem os burgueses e brevemente viria surgir o Capitalismo, regime econômico em que vivemos atualmente.

The Cabinet of Dr. Caligari (1920) - Full Movie

"Um bom publicitário, é aquele que nunca abandona sua leitura"


"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede."
Carlos Drummond de Andrade

Qual a Diferença do Amor para o Sexo? (Vanderlei Bhianko)


Diferença entre sexo e amor


Sexo corresponde a um fenômeno instintivo que se caracteriza pela sensação de excitação que experimentamos ao tocarmos nossas zonas erógenas. Essa é sua manifestação primeira e que se dá pelo fim do primeiro ano de vida. É evidente que o processo se sofistica principalmente a partir da puberdade, quando surgem as diferenças físicas entre os sexos e onde entra em cena a excitação que deriva dos estímulos visuais e também aqueles que derivam de fantasias que nossa mente é capaz de construir. É claro também que combinam muito bem e nada é mais agradável do que trocar carícias eróticas com aquela pessoa que também nos provoca a sensação de aconchego!

 

Um depoimento:

 

Sexo é casual, é desejo é carnal...

 E amor é quando há entrega e amor de ambas as partes, há um envolvimento, um sentimento, um carinho, um toque... A palavra já diz é amor.

 

Fazer "amor", como o nome já diz, é quando você o pratica com alguém que você gosta, não só por prazer ... Nesse momento o sexo se torna especial, pois há maior intimidade e envolvimento . O sexo, já é diferente ... "fazer sexo" ... todos nós podemos fazer isso, pois o sexo sem amor é só um momento de prazer, e depois disso, não há mais nada! É só sexo, simplesmente sexo. Pra algumas pessoas, o mais importante é o prazer, outras ainda se assustam ao acordar e ter dormido com um "desconhecido" . Enfim, sexo é só prazer, fazer amor é o envolvimento, uma consequência boa do amor entre duas pessoas faz toda a diferença!!!!Amor é cumplicidade,muita intimidade, é ser olhado e desejado por alguém que ama você,é amar e poder tocar alguém que você adora,eu ficaria aqui um dia inteiro e não conseguiria descrever esse momento.Mas quando uma pessoa procura outra apenas por sexo,você não passa de um mero objeto da satisfação de alguém ,que pode ser sua também.Não existe envolvimento,entrega,não é algo completo,entende;porque não tem sentimento em jogo.É apenas o momento,quando termina não fica nada, já quando se faz amor ,quando tudo termina,você se sente inteiro,completo e muito amado.

 

Aqui vai uma letra de musica da cantora Rita Lee que fala bastante sobre a diferença de sexo e amor:

 

 "Amor e Sexo"

 

(Rita Lee/Roberto de Carvalho/Arnaldo Jabor)

 

 

Amor é um livro - Sexo é esporte

Sexo é escolha - Amor é sorte

Amor é pensamento, teorema

Amor é novela - Sexo é cinema

Sexo é imaginação, fantasia

Amor é prosa - Sexo é poesia

 

O amor nos torna patéticos

Sexo é uma selva de epiléticos

Amor é cristão - Sexo é pagão

Amor é latifúndio - Sexo é invasão

Amor é divino - Sexo é animal

Amor é bossa nova - Sexo é carnaval

 

Amor é para sempre - Sexo também

Sexo é do bom - Amor é do bem

Amor sem sexo é amizade

Sexo sem amor é vontade

Amor é um - Sexo é dois

Sexo antes - Amor depois

 
Sexo vem dos outros e vai embora

Amor vem de nós e demora

O que são os Generos textuais? (Texto na Comunicação)


Gêneros textuais

Gêneros textuais são tipos especificos de textos de qualquer natureza, literários ou não-literários.
Modalidades discursivas constituem as estruturas e as funções sociais (narrativas, discursivas, argumentativas) utilizadas como formas de organizar a linguagem. Dessa forma, podem ser considerados exemplos de gêneros textuais: anúncios, convites, atas, avisos, programas de auditórios, bulas, cartas, cartazes, comédias, contos de fadas, crônicas, editoriais, ensaios, entrevistas, contratos, decretos, discursos políticos, histórias, instruções de uso, letras de música, leis, mensagens, notícias. São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Aliás, essas características peculiares de um gênero discursivo nos permitem abordar aspectos da textualidade, tais como coerência e coesão textuais, impessoalidade, técnicas de argumentação e outros aspectos pertinentes ao gênero em questão.

O que é Texto? (Texto na Comunicação)


Texto



Em linguística, a noção de texto é ampla e ainda aberta a uma definição mais precisa. Grosso modo, pode ser entendido como manifestação linguística das ideias de um autor, que serão interpretadas pelo leitor de acordo com seus conhecimentos linguísticos e culturais. Seu tamanho é variável.
“Conjunto de palavras e frases articuladas, escritas sobre qualquer suporte”.
“Obra escrita considerada na sua redação original e autêntica (por oposição a sumário, tradução, notas, comentários, etc.).
"Um texto é uma ocorrência lingüística, escrita ou falada de qualquer extensão, dotada de unidade sociocomunicativa, semântica e formal. É uma unidade de linguagem em uso."
O interesse pelo texto como objeto de estudo gerou vários trabalhos importantes de teóricos da Lingüística Textual, que percorreram fases diversas cujas características principais eram transpor os limites da frase descontextualizada da gramática tradicional e ainda incluir os relevantes papéis do autor e do leitor na construção de textos.
Um texto pode ser escrito ou oral e, em sentido lato, pode ser também não verbal.
Texto crítico é uma produção textual que parte de um processo reflexivo e analítico gerando um conteúdo com crítica construtiva e bem fundamentada.
Em artes gráficas, o texto é a parte verbal, lingüística, por oposição às ilustrações.
Todo texto tem que ter alguns aspectos formais, ou seja, tem que ter estrutura, elementos que estabelecem relaçao entre si. Dentro dos aspectos formais temos a coesão e a coerência, que dão sentido e forma ao texto. "A coesão textual é a relação, a ligação, a conexão entre as palavras, expressões ou frases do texto. A coerência está relacionada com a compreensão, a interpretação do que se diz ou escreve. Um texto precisa ter sentido, isto é, precisa ter coerência. Embora a coesão não seja condição suficiente para que enunciados se constituam em textos, são os elementos coesivos que lhes dão maior legibilidade e evidenciam as relações entre seus diversos componentes, a coerência depende da coesão.

O QUE É SOCIOLOGIA? (Sociologia)

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