quarta-feira, 6 de abril de 2011

Fisiocracia (Texto de Apoio Economia e Politica)

O termo fisiocrata (fis - natureza; cratos = poder), de origem grega, significa "poder da natureza".
A fisiocracia, advinda da chamada escola fisiocrática, surgiu no século XVIII e é considerada a primeira escola de economia científica. Os fisiocratas consideram o sistema econômico como um "organismo" regido por leis intrínsecas (pela ordem natural das coisas), sendo elas assim, cientificamente relevantes.
Contudo, os fisiocratas não levam a cabo essa analogia com a natureza física do mundo. Acreditam que, ao contrário das leis da natureza, que não podem ser quebradas, as sociedades podem distanciar-se da ordem natural que deveria reger os sistemas econômicos. Assim, o discurso fisiocrático aponta para um teórico ápice natural da economia, onde quem se opõe a ele fatalmente cairá em erro.
Baseavam-se na economia mercantil, identificando a transformação geral dos produtos em mercadorias.
Base da constituição da ordem natural, a sociedade, unidade regida por leis necessárias apenas na medida em que as atividades econômicas dos seres humanos sejam reduzidas e integradas à unidade através de um processo que somente a troca poderia realizar. Desconsiderando as diferenças entre uma inspiração iluminista e uma pós-hegeliana, pode-se assumir essa interpretação da história como um marxismo avant la lettre.
A comparação entre a agricultura capitalista e a agricultura camponesa corroborava com a visão dos fisiocratas, que viam na agricultura camponesa um atraso fadado ao fim, visto que os arrendatários capitalistas conseguiam maiores índices de produção.
Entretanto, não se tinha a mesma visão nos meios urbanos, onde o trabalho artesanal constituiria uma forma natural de auto-gestão.
Para os fisiocratas, a tarefa histórica do capitalismo consiste numa ampliação, por ele (o capitalismo) tornada possível, do excedente. Este excedente, por sua vez, seria um fenômeno típico da agricultura, onde o capitalismo se apresentaria com uma ordem própria, ao contrário do que ocorre no meio urbano, onde teoricamente não existiriam excedentes.
Excedente (ou produto líquido): parte da riqueza produzida que excede a consumida, ao longo do processo produtivo.
Definindo-se por trabalho produtivo o trabalho capaz de produzir excedente, temos então, a partir de uma ótica fisiocrata, o trabalho agrícola como única forma de trabalho produtivo. Apesar das limitações surgidas a partir da tomada de um conceito como esses, é de grande mérito da individualização no processo produtivo o lugar de origem do produto líquido (excedente), tendo a escola clássica Adam Smith tomado esse conceito dos fisiocratas como ponto de partida

Para os fisiocratas, toda riqueza provém da terra, a indústria apenas diversifica o produto e o comércio distribui. Estes eram contra o intervencionismo mercantilista. Sendo importante lembrar que as idéias fisiocratas surgem na época que não existia atividade industrial, ou seja, apenas actividades ligadas ao setor primário, a agricultura.

Texto de Apois (Economia e Politica )

Definição
Liberalismo pode ser definido como um conjunto de princípios e teorias políticas, que apresenta como ponto principal a defesa da liberdade política e econômica. Neste sentido, os liberais são contrários ao forte controle do Estado na economia e na vida das pessoas.
O pensamento liberal teve sua origem no século XVII, através dos trabalhos sobre política publicados pelo filósofo inglês John Locke. Já no século XVIII, o liberalismo econômico ganhou força com as idéias defendidas pelo filósofo e economista escocês Adam Smith.
Podemos citar como princípios básicos do liberalismo:
- Defesa da propriedade privada;
- Liberdade econômica (livre mercado);
- Mínima participação do Estado nos assuntos econômicos da nação (governo limitado);
- Igualdade perante a lei (estado de direito);

Na década de 1970 surgiu o neoliberalismo, que é a aplicação dos princípios liberais numa realidade econômica pautada pela globalização e por novos paradigmas do capitalismo.

Mercantilismo [Apoio para Economia e Politica)

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terça-feira, 5 de abril de 2011

Psicologia-Motivação por Claudia Helena

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Psicologia- Emoção por Claudia Helena

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Pesquisa Aplicada (William Araujo)

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Pesquisa Aplicada (William Araujo) Material apresentado em sala

UMC-2011           -              Disc. Pesquisa Aplicada    -              Prof.Resp. William Araujo
Projeto PPM
IMPORTÂNCIA DA PESQUISA E CLASSIFICAÇÃO
1)  Desloca o indivíduo da condição do senso comum para o senso crítico
2)  Sugere procedimentos baseados em normas e regras para que desenvolva a observação dos fenômenos
3) Possibilita ao interessado o desenvolvimento de observação que permita classificar, analisar e sintetizar certos problemas
Com base nos objetivos, PESQUISAS  classificam-se em três grupos : Exploratórias; Descritivas; Explicativas
EXPLORATÓRIA ... familiariza-se com o problema, permite construção de hipótese, o planejamento é mais flexível e pode gerar pesquisa bibliográfica ou de caso. No tocante aos procedimentos, envolvem: levantamento bibliográfico, entrevistas com pessoas que experimentaram um dado problema, e análise de exemplos que melhorem a compreensão
DESCRITIVA ... É o tipo que mais aprofunda o conhecimento da realidade, pois tem como preocupação  central identificar fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Quase podemos considerá-la como a etapa final de estudos exploratórios e descritivos(se for o caso). Em geral se vale do método experimental. A aplicação deste método nas ciências sociais é revestido de muitas dificuldades. Embora na Psicologia, elas têm elevado grau de controle são consideradas “quase experimentais”.
EXPLICATIVA ... aprofunda conhecimento da realidade; preocupação central é identificar fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Pode ser também uma etapa final de estudos exploratórios e descritivos. Geralmente vale-se do método experimental. Nas ciências sociais reveste-se de dificuldades;  na Psicologia, são consideradas “quase experimentais”.



As classificações da pesquisa:
- quanto à natureza da pesquisa
- quanto à forma de abordagem
- quanto ao objetivo
- quanto aos procedimentos
objetos,

Pesquisa Aplicada (Willian Araujo) Texto de Apoio

Comunicação como objeto de estudo e seus principais paradigmas
Fernanda Bastos/Jornalista e Profa.
O campo da comunicação está num momento em que é necessário repensar seus fundamentos e práticas de pesquisa. O final do século XX e o início do século XXI foi e está sendo marcado por grandes mudanças no sistema do pensamento, já que o modelo clássico da ciência não atende mais às questões atuais. A busca pelo pensamento complexo e a necessidade de ampliar os olhares da ciência torna-se fundamental para se entender a realidade contemporânea. O campo da comunicação está inserido neste mesmo contexto e demanda debates atuais que tragam referências teóricas e autores que venham instigar e ajudar a pensar a realidade contemporânea do ponto de vista comunicativo. Além disso, há um grande desafio apresentado ao campo e suas investigações – a definição do objeto de estudo da comunicação. Por isso, é necessário avançar nas discussões, reflexões e no trabalho de reconhecer a realidade da prática comunicacional.
Se pensar a epistemologia da comunicação significa questionar a realidade do campo, este esforço reflexivo deve representar uma tentativa de acompanhar o que se passa no processo comunicativo, ou seja, observar sua natureza em movimento, já que comunicação significa “ação comum”, “estar em relação” – e relação pressupõe movimento. Merleau-Ponty (1945) define o ato comunicativo como “o encontro de fronteiras perceptivas” onde, por meio da linguagem, um diálogo se estabelece. Este diálogo é a base do processo comunicativo, é aquilo que promove um movimento constante, uma troca entre duas consciências, uma ação comum. É neste lugar que a comunicação se estabelece. Em outras palavras, é somente na relação que a comunicação é possível.

Vemos, então, que o objeto da comunicação está neste ponto de encontro - ele é exatamente a troca, o estar em relação. O que significa que há uma diferença fundamental entre o objeto da comunicação e os chamados objetos de mídia: rádio, televisão, jornal, internet, entre outros.  Estes objetos não necessariamente estabelecem uma interlocução, uma relação com seus públicos. Eles são veículos de comunicação e cumprem o papel de veicular a informação, uma das etapas do processo comunicativo, não o processo como um todo. Em outras palavras, é um equívoco pensar que o objeto de estudos do campo são os veículos de comunicação.

Este equívoco nos remete às principais teorias clássicas do campo, que colocam os mass media e sua influência na sociedade como foco principal dos estudos. Esta perspectiva se encaixa dentro do chamado modelo informacional da comunicação. Tido como modelo hegemônico, o paradigma informacional entende a comunicação como um processo mecânico e linear de transmissão de mensagens de um emissor para um receptor, provocando determinados efeitos. Sua base foram os estudos desenvolvidos por Claude Shannon, em 1949, que ficaram conhecidos como a teoria matemática da comunicação. Esta teoria propõe a esquematização de um sistema geral da comunicação baseado na transmissão de informação. Com finalidade meramente operativa, consiste em fazer passar, através de um canal, o máximo de informação com o mínimo de distorção e com a máxima economia de tempo e de energia (WOLF, 1985). Ou seja, para o modelo, o conteúdo não importa, mas sim a eficácia da transmissão.

A teoria matemática de Shannon passou a influenciar diversas disciplinas científicas e tornou-se o modelo clássico para os estudos da comunicação. O modelo foi raramente questionado e largamente utilizado, simplificando ao máximo o processo comunicativo. É um modelo que não consegue sair do par emissor-receptor e que desconsidera as principais questões que envolvem o processo comunicativo - a presença de consciências.

Conceber a comunicação por meio desta perspectiva é algo limitado e insuficiente para se explicar o processo comunicativo. O campo necessita de um modelo que seja capaz de compreender a comunicação como um processo de “produção e compartilhamento de sentidos entre sujeitos interlocutores”, a partir de um determinado contexto e realizado através de trocas simbólicas, ou seja, a produção de discursos (FRANÇA, 2001). Esta perspectiva se encaixa no que se conhece como o paradigma relacional da comunicação. O modelo elacional distingue o processo comunicativo a partir de sua bilateralidade, ou seja, a igualdade de condições e funções estabelecidas por parte dos interlocutores envolvidos. Sua ênfase não está na distinção de pólos emissor/receptor, mas na natureza da relação estabelecida por ambos.

O referencial teórico e metodológico do paradigma relacional pode ser encontrado em George H. Mead e na corrente de estudos do Interacionismo Simbólico. A partir deste modelo, o fenômeno da comunicação passa a ser entendido como um processo dinâmico, que pressupõe movimento constante e trocas entre sujeitos por meio da interação (BASTOS; LIMA, 2008). A comunicação, a partir do paradigma relacional, é um processo de produção e compartilhamento de sentidos entre sujeitos, marcado pela situação de interação e pelo contexto (MAIA & FRANÇA, 2003).

É desta maneira, enfim, que propomos enxergar a comunicação, visto que o modelo relacional é aquele que melhor consegue conceber o processo comunicativo em sua natureza interacional.
Fernanda Bastos é membro do Grupo de Pesquisa “Comunicação no contexto organizacional: aspectos teórico-conceituais” (CNPq/PUC Minas
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Coluna de Ivone de Lourdes Oliveira, na Aberje

Pesquisa Aplicada (William Araujo) Texto de Apoio

Contribuições para o campo da comunicação
Por Thalita Maria Mancoso Mantovani e Souza em 8/2/2011
No século 21 e na atual sociedade da informação caracterizada por Castells (1999) – onde a geração, o processamento e a transmissão da informação são fontes de produtividade e poder –, a comunicação e a pesquisa tornam-se necessárias para a evolução dos indivíduos desta sociedade, bem como para o desenvolvimento de processos, produtos e aprimoramento de tecnologia.
De um lado, a comunicação (em seus estudos iniciais e em termos gerais) visa tornar comum uma mensagem de um emissor para um receptor, através de um meio/canal. Espera-se que esta mensagem chegue sem um ruído e que o receptor promova o feedback ao emissor. De outro lado, a pesquisa constitui-se no ato de questionamento e aprofundamento consciente na tentativa de se alcançar uma resposta significativa a uma dúvida ou problema (BARROS; LEHFELD, 1986, p. 87).
A comunicação e a pesquisa caminham juntas. Ambas contribuem para discussões acerca das transformações, modificações e ressignificados de teorias, de paradigmas, das múltiplas interfaces do conhecimento, entre outros. Nesta linha de raciocínio, a sociedade contemporânea sentiu a necessidade de se pensar e estudar a pesquisa em comunicação. Foi assim que nasceu a obra "Comunicação e pesquisa: projetos para mestrado e doutorado", de autoria de Maria Lucia Santaella Braga, publicada por Hacker Editores, em São Paulo, no ano de 2001 e integrante da coleção "Comunicação &".
Capacidade para gerar e consumir mensagens
Ao longo de 216 páginas, Santaella se propõe a resgatar a historicidade da comunicação e aborda questões relevantes sobre pesquisa e a elaboração de um projeto de pesquisa. Sua obra está dividida em nota de apresentação, introdução, quatro capítulos, roteiro de leituras, bibliografia a sobre a autora. Na nota de apresentação, a autora escreve que buscou complementar os estudos de Lopes (1990) sobre pesquisa e projetos de pesquisa em comunicação.
Já na introdução, a autora discorre sobre a publicação do livro, iniciada com o convite formulado por Hacker Editores. Aqui também são incluídas algumas definições de comunicação, como as de Fiske (1990), Baylon e Mignot (1999), Nöth (1990), Shannon e Weaver (1949) e do crescimento e desenvolvimento da área da comunicação. Para a autora (2001, p. 22), comunicação é: "[...] a transmissão de qualquer influência de uma parte de um sistema vivo ou maquinal para uma outra parte, de modo a produzir mudança. O que é transmitido para produzir influência são mensagens, de modo que a comunicação está basicamente na capacidade para gerar e consumir mensagens."
"Mapeamento da área e campos da comunicação"
Santella finaliza a introdução abordando uma espécie de linha do tempo, ainda que brevemente, das formas, meios e processos de comunicação. No capítulo 1 denominado "Histórico das teorias, modelos e âmbitos de pesquisa na comunicação", Santaella expressa cristalinamente, a diferença existente entre teoria e modelo, contribuindo para o entendimento do resgate histórico e para compreender a evolução ocorrida desde o início do estudo da comunicação, com destaque para Wolf (1987), A. e M. Mattelard (1999), entre outros, que ela apresenta na sequência de seu raciocínio.
A meu ver, as teorias, modelos e âmbitos da pesquisa em comunicação se agrupam em quatro grandes tradições: (1) a mass communication research e seus desdobramentos, (2) as teorias críticas, (3) os modelos do processo comunicativo e (4) as correntes culturológicas e midiáticas (SANTAELLA, 2001, p. 31). Cumpre consignar a relevância que possuem os capítulos 2, 3 e 4, uma vez que são norteadores para que os pesquisadores, docentes, alunos e interessados desenvolvam seus projetos e suas pesquisas.
O capítulo 2 contempla o que a autora denominou de "mapeamento da área e dos campos da comunicação", o qual permitiu chegar através de um caminho sólido às pesquisas em comunicação com maior integridade sobre o objeto de estudo, respeitando a área do conhecimento envolvida.
Os grupos do mapeamento
A autora condensou estes conteúdos em três grupos: Os territórios da comunicação; O território da mensagem e os códigos; O território dos meios e modos de produção das mensagens; O território do contexto comunicacional das mensagens; O território do emissor ou fonte da comunicação; O território do destino ou recepção da mensagem; As interfaces dos territórios da comunicação; As mensagens e suas marcas; Interfaces das mensagens com seu modo de produção; Interfaces das mensagens com o contexto; Interfaces dos meios com o contexto; Interfaces das mensagens com o sujeito produtor; Interfaces dos meios com o sujeito produtor; Interfaces do contexto com o sujeito produtor; Interfaces da mensagem com sua recepção; Interfaces dos meios com a recepção das mensagens; Interfaces do contexto com a recepção; Interfaces do sujeito produtor com a recepção; Inserção das teorias e ciências da comunicação no mapa; Teorias da mensagem, códigos e suas interfaces; Teorias dos meios e suas interfaces; Teorias do contexto e suas interfaces; Teorias do sujeito e suas interfaces; Teorias da recepção e suas interfaces;
Realizar este mapeamento não é tarefa fácil, em razão da comunicação possuir um caráter híbrido, tanto do lado do fenômeno em si quanto da sua interdisciplinaridade enquanto objeto de estudo acadêmico.
As etapas do projeto
Por outro lado, o capítulo 3, elucida de forma ampla, inúmeros conceitos envolvendo ciência, conhecimento, lógica, raciocínio, metodologia, tipos, técnicas e procedimentos de pesquisa, os quais são necessários à formação de um pesquisador. A autora (2001, p. 104) apresenta, primeiramente, uma definição de ciência, fundamentada em Peirce, em que destaca que está sempre em desenvolvimento, para após conceituar os demais itens apontados no parágrafo acima: "Porque se concretiza através da busca de conhecimento realizada por pesquisadores vivos, a ciência, ela mesma, é coisa viva, não se referindo àquilo que já se sabe, mas àquilo que se está lutando por obter através da pesquisa em ato. Isso não significa que a sistematização do conhecimento não faça parte da ciência e não tenha nela importância. Significa, isto sim, que o mais relevante está naquilo que ainda não se conhece e se está lutando por descobrir."
No capítulo 4, Santaella se preocupa em oferecer subsídios sobre as etapas do projeto de pesquisa, com peculiaridades que perpassam desde a escolha e delimitação do tema ou assunto, até alcançar as referências. São elas: os antecedentes; a definição do problema; o estado da questão; a apresentação das justificativas; a explicitação dos objetivos; a formulação das hipóteses; o quadro teórico de referência; a seleção do método; a equipe de pesquisa; o cronograma; os recursos necessários; a bibliografia.
Novas descobertas e desafios
Um projeto de pesquisa é necessário para definir e planejar o caminho que o pesquisador seguirá, na ordem lógica de raciocínio quanto temporal (organização de tempo, cumprimento de prazos etc.). Contudo, há uma nítida e importante consideração sobre as "minúcias e capacidade de olhar de frente para as dúvidas, sem subterfúgios, sem esquivas" (2001, p. 189), tudo com o propósito de permitir:"[...] que a jornada deverá chegar com êxito ao seu destino, a compensação mais gratificante se encontra naqueles momentos em que a pesquisa começa a adquirir força e determinações próprias, exigências internas tão eloquentes como se viessem de um corpo vivo" (2001, p. 189).
A contribuição da autora em seu "Roteiro de leituras" fortalece a identificação de novas referências, propiciando um aprofundamento inteligente no estudo a ser realizado. Neste sentido, a obra consultada torna-se fundamental para todos em seus primeiros ensaios, com uma leitura indispensável e instigante ao almejar uma trajetória em pesquisa e comunicação, com o compromisso de observar continuamente a humildade intelectual, na busca de novas descobertas e no enfrentamento de novos de desafios.
Referências
BARROS, A. J. P.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia: um guia para a iniciação científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1986.
CASTELLS, M. A sociedade em rede. v. 1. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.
SANTAELLA, L. Comunicação e pesquisa: projetos para mestrado e doutorado. São Paulo: Hacker Editores, 2001.